domingo, 31 de agosto de 2008

LUIZ FERNANDO VERISSIMO LANÇA LIVRO




Luís Fernando Veríssimo lança livro na terça


Publicado em 31.08.2008, às 14h45
Habitualmente pacato, Luis Fernando Verissimo resolveu surpreender seus inúmeros leitores com uma série de novidades. Primeiro, a retomada do hábito de autografar suas obras em livrarias, algo que não fazia há 12 anos - depois de passar por Campinas e Porto Alegre, ele recebe os fãs terça-feira, na Livraria da Vila da Alameda Lorena, onde autografa "O Mundo É Bárbaro" (Objetiva, 160 páginas, R$ 29,90), o 86º título assinado por ele. Na quarta-feira, a maratona continua no Rio e, no dia 10 de setembro, em Curitiba.


Em todas, haverá promoções aos leitores - terça-feira, por exemplo, os dez primeiros que chegarem e comprarem o lançamento ganham um outro livro de Verissimo. Ao mesmo tempo, o escritor aproveita as raras horas vagas para lentamente dar contorno a um inédito romance, o primeiro não feito sob encomenda. Segundo informações já divulgadas por ele, trata-se de uma história que se passa no interior do Rio Grande do Sul e tem o título provisório de "Os Espiões".


Os 69 textos de "O Mundo É Bárbaro", por outro lado, não são inéditos - já foram publicados no Estado e em outros jornais. O que norteou a compilação é um olhar muito explorado por Verissimo, aquele em que revela sua perplexidade diante da realidade. Se o título é irônico e permite mais de uma interpretação (tanto algo selvagem como também sensacional), o conteúdo propõe questões sobre temas fundamentais como a ascensão chinesa e a guerra contra o terror, sempre sob o humor peculiar de Verissimo.


- AGÊNCIA ESTADO- Que tal retomar a experiência de fazer uma turnê literária, autografando em diversas cidades?


- LUÍS FERNANDO VERÍSIMO - Tenho um certo pânico de sessão de autógrafos. Sei que vou esquecer o nome de amigos, não sei variar a dedicatória (fico sempre num abraço) e, ainda por cima, tenho uma assinatura muito comprida. Mas de vez em quando a gente se obriga a colaborar com a editora. E vão ser só quatro cidades.


- AE - Ainda sobre experiências: como vem sendo construído seu novo romance, o primeiro que não é feito sob encomenda? Por que escrever apenas nos fins de semana?


- VERÍSSIMO - Como não é um romance provocado, e sim encomendado por mim mesmo, estou escrevendo com mais vagar, sem pensar em prazos. E também só posso escrever quando há tempo, quando não estou nem pensando no que vou escrever para os jornais, nem escrevendo.


- AE - "O Mundo É Bárbaro" parece trazer mais textos com teor político que o habitual. Por quê?


- VERÍSSIMO - Tem outro livro meu, chamado "A Versão dos Afogados", que é mais político do que este. A idéia deste foi da agente Lucia Riff, encampada pela Isa Pessoa, da Objetiva, que fez a seleção dos textos e deu o título. A intenção foi fazer um livro diferente dos de crônicas que beiravam ou assumiam a ficção e eram mais sobre relacionamentos, com humor, ou pelo menos com esta pretensão. Este não é exatamente um livro sério, mas é sobre coisas mais sérias. Ou com essa pretensão.


- AE - É nobre a posição de crítico isento. Qual a diferença entre os dois governos de Fernando Henrique Cardoso e os dois de Lula que mais te interessa criticar?


- VERÍSSIMO - Eu criticava a política econômica e as "alianças espúrias" do FHC. Mal sabia eu que o Lula continuaria a política econômica e faria alianças tão estranhas quanto as dele. A diferença entre os dois é a diferença que o Lula está fazendo no que é a grande questão brasileira, a distribuição de renda, a diminuição da miséria, a criação de um mercado interno. Mas o mais difícil em criticar o Lula, mesmo que ele mereça, é que você se arrisca a entrar no coro reacionário dos que o atacariam de qualquer maneira. E eu não sou isento. Eu tenho lado e digo qual é.


- AE - As palavras fazem mover as coisas? São perigosas as palavras?


- VERÍSSIMO - As palavras podem empolgar, e aí depende muito do objetivo da empolgação. Pode ser um linchamento ou uma vitória do Internacional.


- AE - O mal é um aliado da literatura?


- VERÍSSIMO - No sentido em que o mal dá melhores textos do que o bem, acho que é.


SERVIÇO: "O Mundo É Bárbaro". De Luis Fernando Verissimo. Ed. Objetiva. 160 pág. R$ 29,90. Livraria da Vila. Al. Lorena, 1 731, telefone 3062-1063. Terça-feira, 19h


Do Site: http://jc.uol.com.br/

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

A OLIMPÍADA É A VIDA - MELHORADA - MOACYR SCLIAR


Foto do Site: www.tvcomics.com.br/new/
Mascote, do Site: http://farm4.tatic.flickr.com
Gifs das Olimpíadas. Do Site: http://finissimo.com.br/blogdoeditor/

A OLIMPÍADA É A VIDA - MELHORADA

"VOU, SIM , assistir à Olimpíada (pela tevê, naturalmente). Vou torcer por nossos atletas. Vou vibrar e sei que, em alguns momentos, vou me emocionar. Por quê? De onde tiro essa certeza, que é a de milhões de pessoas em todo o mundo?
No meu caso, a resposta está num nome, hoje pouco lembrado: Abebe Bikila. Etíope, ex-pastor de ovelhas e depois militar, foi o primeiro atleta a vencer duas maratonas olímpicas e é considerado por muitos o maior maratonista de todos os tempos.
Bom, vocês dirão, grandes atletas existem, isso não chega a ser novidade. Mas Bikila era diferente. Esse homenzinho pequeno, magro, franzino, nascido em um dos países mais pobres do mundo, assombrou o público na maratona de 1960, em Roma, porque correu pelas ruas da cidade eterna descalço. Isso mesmo, descalço. E, descalço, ele chegou quatro minutos antes do segundo colocado; descalço, declarou que poderia correr mais dez quilômetros sem problemas.
Na maratona seguinte, em Tóquio, ele convalescia de uma cirurgia de apêndice realizada cinco semanas antes. Mas correu, e novamente venceu.
Dessa vez teve de usar tênis por imposição dos juízes. E só não venceu a terceira maratona, na Cidade do México, porque, depois de correr 17 quilômetros, fraturou a perna esquerda e teve de desistir.
Uma outra e irônica tragédia o aguardava. Em 1969, dirigindo o carro que ganhara do governo, teve um acidente que o deixou paralisado do pescoço para baixo. Os pés o consagraram, um automóvel foi a sua nêmese, o instrumento de sua desgraça.
Olimpíadas são eventos mundiais.
Conotações sociais, políticas, ideológicas são inevitáveis; boicotes e até atentados (Munique, 1972: 11 atletas israelenses mortos por terroristas) podem ocorrer. Já em 1936, Hitler tentara transformar a Olimpíada de Berlim num vasto espetáculo de propaganda nazista. Mas algo estragou, ainda que parcialmente, o deleite dos arianos: o fato de o atleta americano Jesse Owens ter ganho quatro medalhas de ouro nas provas de corrida.
Como Abebe Bikila, Jesse Owens era negro; neto de escravos, filho de um humilde trabalhador agrícola.
Bikila e Owens não foram, e não são, casos isolados. Para milhares de jovens, inclusive e principalmente no Brasil, o esporte, e sobretudo o esporte olímpico, é o caminho da auto-afirmação, da restauração da dignidade pessoal. E o instrumento para isso é aquilo que o ser humano possui de mais autêntico: o próprio corpo.
É o corpo que tem de responder ao desafio. Na verdade, o atleta não está só competindo com outros; está competindo consigo próprio. Está pedindo a seu tronco, seus braços, suas pernas, seus músculos, seus nervos que o ajudem a mostrar aos outros o que ele vale. Quando o peito do corredor rompe a fita na chegada da prova, não se trata apenas de uma vitória mensurável em minutos e segundos. Trata-se de libertação. É o momento em que a pessoa se liberta da carga pesada representada por um passado de pobreza, de privações, de humilhação.
Vocês dirão que o esporte não corrige as distorções, não redistribui a renda. Mas corrige distorções emocionais e sociais, representadas pelo preconceito; e redistribui auto-estima. É pouco? Talvez seja, mas é um primeiro passo.
E nós? Nós, os espectadores, sentados em nossas poltronas, diante da tevê? Para nós, a Olimpíada é igualmente importante. Não só porque representa um puxão de orelhas no sedentário (‘Puxa vida, está na hora de eu começar a caminhar pelo parque’), coisa que ajuda a saúde pública, mas também porque, de algum modo, participamos no que ocorre nos estádios.
Sabemos que a vida é dura, cheia de problemas. Mas então pensamos no Abebe Bikila correndo de pés descalços sobre as pedras de Roma. Pensamos no que são as solas daqueles pés, enrijecidas por anos de caminhada e corrida sobre pedregulhos, sobre áspera areia, sobre espinhos. São um símbolo de resistência, esses pés. São pés que, transportando gente humilde, levam-nas longe no caminho da esperança, fazem-nas subir ao pódio de onde se pode, ao menos por um momento, divisar novos horizontes.
MOACYR SCLIAR, 71, médico e escritor, é membro da Academia Brasileira de Letras e colunista da Folha. É autor, entre outras obras, de ‘O Texto, ou: A Vida’."
Do Site:
www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=498ASP003

ORIZA MARTINS E SEU TALENTO

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ORIZA MARTINS

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terça-feira, 19 de agosto de 2008

CRÔNICA E POESIA DE ORIZA MARTINS



ETERNOS APRENDIZES

©Oriza Martins
Já se disse que somos todos eternos aprendizes...E que um grande equívoco nosso é que, muitas vezes, preferimos ser arruinados por um elogio a ser salvos por uma crítica... De fato, nem sempre é fácil conviver com a rejeição... Há quem deseje sempre caber em todos os modelos. Desconfie destes. Desconfie ainda mais de quem consegue ser essa unanimidade, porque os alquimistas ainda não conseguiram alcançar a fórmula da perfeição.


Uma crítica ácida pode ter efeitos devastadores em nossos egos, mas também pode funcionar como um remédio amargo e eficaz. Principalmente porque induz, necessariamente, à reflexão – que é o caminho inevitável para a correção de percursos. Sentindo-se injustiçado, defenda-se – sem se humilhar, mas com a humildade de um sensato aprendiz...


Não existe nada mais patético e prosaicamente pequeno do que a arrogância intelectual. Revisões de antigos conceitos estão no cerne do segredo dos verdadeiros aprendizes... O importante é dar a volta por cima, num processo contínuo de sincera auto-avaliação.


Na pior das hipóteses, mantenha o bom-humor, lembre-se dos velhos ditados populares: Se a sua vida for um limão... faça uma limonada.


Se lhe atiram pedras... junte-as e construa um castelo, ora pois!...


Do Site: www.leitura-livre.com/


FRIO DA SOLIDÃO
Intensa, fatal, imensa...
Cruel solidão condensa
Sensações - quase congela.
Fecha portais do prazer,
Mas não me faz esquecer
Uma paixão como aquela...

Paixão banhada em luar,
Quando, sós, à beira-mar,
Fazíamos amor intenso...
Um festival de carícias,
Com direito a tais delícias,
Que arrepiam, quando penso...

Rolávamos nus sobre a areia
E no céu a lua cheia,
O nosso amor aplaudia...
Porém tal cumplicidade,
Pra minha infelicidade,
Pouco a pouco se esvaía...

Hoje, imergindo em saudade,
Vou curtindo esta vontade
De novamente encontrar-te,
Pois o frio da solidão
Não congela esta emoção:
Jamais deixei de amar-te...


Autora: ORIZA MARTINS


Do Site: www.orizamartins.com/poesias-oriza-frio-da-solidao.html



DORIVAL CAYMMI E O QUE É QUE A BAIANA TEM

BETHANIA, CAETANO E DNA. CANÔ, CANTAM...

BIOGRAFIA DE DORIVAL CAYMMI




DORIVAL CAYMMI


Dorival Caymmi (Salvador, 30 de abril de 1914 - Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 2008) era um cantor, compositor e pintor brasileiro. Compôs sobre os hábitos, costumes e as tradições do povo baiano. Tendo como forte influência a música negra, desenvolveu um estilo pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica.
Em 1938, mudou-se para o Rio de Janeiro. Lá, apresentou-se na Rádio Tupi, cantando uma de suas composições mais conhecidas: O que É que a Baiana Tem?, que no filme Banana da Terra, de 1938, foi interpretada por Carmem Miranda. Invoca principalmente a tragédia de negros e pescadores da Bahia: O Mar, História de Pescadores, É Doce Morrer no Mar, A Jangada Voltou Só, Canoeiro, Pescaria, entre outras.
Poeta popular, compôs outras obras como Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem, Rosa Morena. Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos os seus três filhos são também cantores: Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.
Filho de santo de Mãe Menininha do Gantois, para quem escreveu em 1972 a canção em sua homenagem: “Oração de Mãe Menininha”, gravado por grandes nomes como Gal Costa e Maria Bethânia.
Fonte: Wikipédia
Do Site: www.logado.info/celebridades/

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

domingo, 10 de agosto de 2008

A PAZ


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

DEUS






sexta-feira, 1 de agosto de 2008

ÁRVORE GENEALÓGICA




(Luiz Fernando Verissimo)
-Mãe, vou casar!!!
-Jura, meu filho?! Estou tão feliz! Quem é a moça?
-Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Julio.
-Você falou Julio... ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
-Eu falei Julio. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
-Nada, não... Só minha visão é que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.
-Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...
-Problema? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso...
-Você vai ter uma nora. Só que uma nora... meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea.
-E quando eu vou conhecer o meu... a minha... o Julio?
-Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
-Tá! Biscoito... Já gostei dele. Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui?
-Por quê?
-Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
-Você acha que o papai não vai aceitar?
-Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver... Mas, isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade. E olha que espetáculo: as duas metades com pinto...
-Mãe, que besteira... hoje em dia... praticamente todos os meus amigos são gays.
-Só espero que tenha sobrado algum que não seja... pra poder apresentar pra tua irmã.
-A Bel já tá namorando.
-A Bel? Namorando?! Ela não me falou nada... Quem é?
-Uma tal de Veruska.
-Como?
-Veruska...
-Ah, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.
-Mãe!!!
-Tá..., tá..., tudo bem...Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto...
-Por que não? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
-Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
-Quando ele era hétero. A Veruska.
-Que Veruska?
-Namorada da Bel...
-"Peraí". A ex-namorada do teu atual namorado... É a atual namorada da tua irmã...que é minha filha também... que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...
-É isso. Pois é... a Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.
-De quem?
-Da Bel.
-Logo da Bel?! Quer dizer, então... que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska?!?...
-Isso.
-Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.
-Em termos...-A criança vai ter duas mães: você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.
-Por aí...
-Por outro lado, a Bel..., além de mãe, é tia... ou tio... porque é tua irmã.
-Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
-Só trocar, né? Agora, o óvulo vai ser da Bel. E o ventre, da Veruska.
-Exato.
-Agora, eu entendi! Agora eu realmente entendi...
-Entendeu o quê?
-Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
-Que swing, mãe?!!...
-É swing, sim! Uma troca de casais... com os óvulos e os espermatozóides, uma hora do útero de uma, outra hora no útero de outra...
-Mas...
-Mas, uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior... com incesto no meio.
-A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...
-Sei... E quando elas quiserem ter filhos...
-Nós ajudamos.
-Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que...
-Que...?
-Fazer árvore genealógica daqui pra frente... VAI SER UMA MERDA!
Recebi esse texto por e-mail e tendo como autor Luiz Fernando Veríssimo. Não consegui confirmar a autoria. Como o estilo é parecido resolvi publicar. Manifestações sobre o assunto são bem-vindas.
Do Blog:http://boaspiadas.blogspot.com/